De alguns anos para cá, o termo bullying passou a fazer parte do nosso vocabulário, principalmente entre os pais e educadores, já que este problema atinge muitas crianças e adolescentes dentro do ambiente educacional, independente de suas faixas etárias ou nível socioeconômico.

Uma variação da palavra de língua inglesa “bully”, que pode ser traduzida para o português como o adjetivo “brigão”, ou os verbos “amedrontar” e “intimidar”. E, embora ainda não haja um significado específico para o termo, ele pode ser entendido como a ação de ameaçar, tiranizar ou oprimir uma pessoa.

Desde os anos 1990, a palavra vem sendo utilizada para descrever agressões, que podem ser físicas, emocionais ou psicológicas, praticadas por um indivíduo ou por um grupo de pessoas contra uma vítima que não possui condições ou ferramentas para se defender, causando dor, medo e sofrimento.

Aqui, a palavra-chave é: conscientização! E, para isso, é fundamental que a escola e o ambiente familiar se tornem  espaços de diálogo, permitindo a troca de informações e a reflexão sobre o assunto.

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